quinta-feira, 30 de junho de 2011

Espécies de pássaros estão à beira da extinção

Uma das maiores espécies do mundo de ave está à beira da extinção de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, publicada pela União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN). Os números também mostram que atualmente um em cada dez pássaros está ameaçado. segundo informações do site Wild Life Extra, fatores como caça, desordem, fragmentação e perda de habitat reduziram o número de abetardas a pouco menos de 250, colocando esta magnífica espécie na lista de animais criticamente em perigo. Com um metro de altura e 15 kg de peso, a abetarda indiana já esteve presente na Índia e Paquistão, mas agora está restrita a um pequeno e isolado habitat remanescente. “Num mundo cada vez mais populoso, as espécies que precisam de mais espaço, como a abetarda indiana, perdem lugar. No entanto, somos nós que perdemos a longo prazo pois o que a natureza nos proporciona começará a desaparecer “, disse Leon Bennun, diretor de ciência e política da BirdLife. A atualização deste ano mostra que o número total de espécies de aves ameaçadas é de 1.253, 13% do total mundial de animais. “No espaço de um ano, 13 tipos de aves entraram para a categoria ‘ameaçada de extinção’”, disse Jean-Christophe Vié, diretor da IUCN. “Esta é uma tendência preocupante, mas a situação seria muito pior se as iniciativas de conservação não estivessem sendo feitas. A informação recolhida pela parceria com a BirdLife é crucial para nos ajudar a melhorar nossos esforços no trabalho de preservação. E isso é muito mais importante agora que a crise de biodiversidades já afeta nosso bem-estar e continuará assim até que façamos mais para frear isso.” Stuart Butchart, da Birdlife, completa: “Aves são a janela da natureza, pois são um indicador muito importante para a saúde do ecossistema: se eles estão indo mal, então toda a vida selvagem também está com algum problema.” Outra espécie em situação limítrofe é o corrupião, que também foi recentemente incluído na lista de ameaçados de extinção. Uma pesquisa recente indica que a população deste belo pássaro preto e amarelo, natural da região do Caribe pode ser menos que 180 aves. O corrupião faz seus ninhos em coqueiros, mas uma doença típica desta árvore tem dizimado a vegetação, fazendo com que a presença do pássaro se torne mais rara. O corrupião está também ameaçado pela recente chegada de chupins, aves que colocam seus ovos nos ninhos de outras espécies. “Apesar de a situação parecer sombria para muitas espécies, a atualização deste ano mostra também que o trabalho de conservação que tem sido feito ajudou algumas aves”, disse Andy Symes, do BirdLife. O pardal-do-novo-mundo ou escrevedeira está voltando à sua antiga condição, por exemplo. O marreco da Ilha de Campbell também sido beneficiado por um programa intensivo de reprodução em cativeiro entre as aves remanescentes. A espécie já começa a repovoar a ilha da Nova Zelândia e seu status de ameaça foi reclassificado. Três espécies de pombos de ilhas no Atlântico também foram beneficiadas pelas iniciativas de conservação e os níveis de ameaça também caíram depois que fatores como perda de habitat e caça foram cortados. “Os pássaros são tão entrelaçados com a cultura humana que apresentam um cenário muito visível do estado da natureza. Bons exemplos de como podemos salvar aves ameaçadas não faltam. O que precisamos fazer é redobrar os nossos esforços, caso contrário corremos o risco de perder criaturas magníficas como a abetarda indiana. Temos ainda que desvendar toda a trama dos nossos sistemas de vidas”, disse Bennun.

LINK: http://biologias.com/noticias/990/Especies-de-passaros-estao-a-beira-da-extincao

COMENTÁRIO: Não é muito agradavel saber que há espécies de animal que nunca mais seram vistas se providências não forem tomadas. O piór é que muitas vezes a culpa do desaparecimento dessas espécies é causado pelas ações do ser humano.

Aumento da temperatura média do planeta pode afetar não só clima, mas a biodiversidade de uma região

Brasília – Pesquisas confirmam o aumento da temperatura média do Planeta. O aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas ocorridas por causa do aumento da emissão dos gases de efeito estufa. O aumento da temperatura que já foi registrado em quase 1 grau Celsius (ºC), pode parecer insignificante, mas é suficiente para modificar todo clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, provocando desastres ambientais. O mundo acompanha, pelos meios de comunicação, as catástrofes provocadas por desastres naturais e as alterações que estão ocorrendo, rapidamente, no clima global. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como têm ocorrido nos últimos anos. A comparação com o corpo humano pode dar uma idéia das consequências do aumento de temperatura para o clima global. Basta imaginar um aumento de 2 ºC na temperatura corporal de uma pessoa. Essa elevação provoca várias alterações no funcionamento do organismo. Os batimentos cardíacos ficam mais lentos e a transpiração aumenta. Se houver elevação de 5 ºC, a situação se torna grave, podendo até provocar convulsões. Ao se comparar o estado febril de uma pessoa com o aquecimento do planeta, acontece algo semelhante. Segundo cientistas, se a temperatura do planeta aumenta em 2 ºC, as chuvas e secas já se alteram. Com uma elevação de 5 ºC, o clima da Terra entraria em colapso, afetando fortemente a agricultura e a pecuária. Em boa parte das zonas tropicais, o aumento da temperatura em níveis mais altos inundaria cidades litorâneas e provocaria a formação de furacões de maneira mais frequente, em quase todos os oceanos, inclusive no Atlântico Sul. De acordo com a professora de geologia da Universidade Federal da Bahia Zelinda Leão, mais de 50% dos corais estão ameaçados com a elevação das águas do oceano. Zelinda diz que o que se tem observado no mundo é que as anomalias térmicas de 2 ºC, por mais de uma semana, têm provocado branqueamento dos corais. Esses branqueamentos sucessivos, principalmente, nos últimos 20, 30 anos têm causado mortalidade em massa de corais no mundo. O glaciologista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Jefferson Cardía Simões diz que os fóruns climáticos confirmam que a temperatura média da atmosfera terrestre continua aumentando, causando descongelamento das geleiras. “O que se sabe, hoje, é que as geleiras pequenas, exatamente aquelas que respondem mais rapidamente às mudanças climáticas, tendem a se retrair ou mesmo, a desaparecer nas próximas décadas”, afirma. O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre, atribui o aquecimento observado em 50 anos ao aumento da emissão dos gases de efeito estufa, que afetam a atmosfera. “Nos últimos 100 anos, a temperatura na superfície do planeta já subiu, em média, cerca de 0,8 ºC. É muito difícil frear essa elevação e demoraria muito tempo. É preciso diminuir o risco futuro”, alerta. Para diminuir esse risco, Nobre diz que é preciso um esforço global. Em relação aos oceanos, o pesquisador afirma que a temperatura das águas já aumentou meio grau. Ele ressaltou que a elevação do nível dessas águas, em 2100, pode ficar entre 40 centímetros e 1 metro, gerando tempestades, agitação no oceano, provocando ressacas violentas e erosões costeiras. O Ministério de Ciência e Tecnologia pretende lançar, ainda este ano, o Sistema Nacional de Alerta de Desastres Naturais. O projeto vai atuar inicialmente em municípios brasileiros que já tenham o mapeamento de risco de deslizamentos e inundações. Nobre revela que a meta é implementar o sistema em todo o país em quatro anos.

LINK: http://biologias.com/noticias/965/Aumento-da-temperatura-media-do-planeta-pode-afetar-nao-so-clima-mas-a-biodiversidade-de-uma-regiao

COMENTÁRIO: O aumento da temperatura do planeta causará muito mais do que simplesmente um clima mais quente, pode modificar drasticamente regiões, pode extinguir espécies de animais e causar muito mais problemas que não afetaram só regiões ou animais, afetará também o ser humano.

Testes de Ácido Nucleico em toda a Europa

Introdução da tecnologia aumenta segurança na transfusão sanguínea O Congresso da Sociedade Internacional de Transfusões de Sangue arranca amanhã, em Lisboa. Uma das novidades do encontro é a introdução dos Testes de Ácido Nucleico (NAT, na sigla inglesa) em toda a Europa, possibilitando um aumento considerável na segurança da transfusão sanguínea. Ao Ciência Hoje, Peter Maag, presidente da Novartis Diagnosticos, explica que estes NAT tratam-se de “uma técnica bioquímica usada para detectar um vírus ou uma bactéria”. Ou seja, “detectam automaticamente os vírus e microrganismos infecciosos no material genético (DNA e RNA)”. Os primeiros testes desenvolvidos para identificar as dádivas de sangue relativamente às doenças infecciosas, conhecidos como testes de sorologia, detectavam antígenos virais e anticorpos que o sistema imunitário cria para combater doenças. A mais recente tecnologia introduzida “é diferente do teste sorológico porque analisa o material genético de organismos causadores de doenças, ao invés da resposta do organismo à doença”. Segundo o responsável, “novas tecnologias moleculares como as plataformas de triagem automatizadas NAT revolucionaram a capacidade dos bancos de sangue de interceptar de forma eficiente patógenos potencialmente infecciosas como o HIV, vírus da hepatite C, vírus da hepatite B e vírus do Nilo Ocidental, continuando a garantir a pontualidade da disponibilidade de sangue. Porque o NAT não depende de resposta do sistema imunitário a um vírus, encurta o tempo entre a infecção e quando a detecção dessa infecção é possível”. Peter Maag afirma que “os NAT foram introduzidos na Europa pela indústria farmacêutica em 1995 e, por consequência usados para fazer triagem de dadores de sangue em muitos países europeus. Foram introduzidos em França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e ainda no Reino Unido entre 1999 e 2011 na detecção do HCV”. Mais recentemente, “estes testes foram introduzidos progressivamente por toda a Europa”. Nos dias de hoje, “os testes de Ácido Nucleico são usados na Europa para examinar as dádivas de sangue para a hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV), e o HIV e, nalguns casos o Vírus do Nilo Ocidental”, continua. E mais acrescenta, “em Portugal, 100 por cento de 400.000 unidades anuais de sangue doadas são analisadas com a tecnologia NAT para o HIV, a HCV e a HBV”.
LINK:http://biologias.com/noticias/985/Testes-de-Acido-Nucleico-em-toda-a-Europa

COMENTÁRIO: É muito bom para todos isso já que aumenta a segurança do processo de doação de sangue cujo objetivo é ajudar pessoas, então quanto mais seguro melhor.

Investigador português identifica proteínas que podem combater o HIV

André Raposo desenvolveu importante estudo na Universidade de Oxford Uma importante descoberta do investigador português André Raposo, durante o seu pós-doutoramento na Universidade de Oxford, pode abrir portas ao desenvolvimento de novos tratamentos contra o HIV. Em conversa com o "Ciência Hoje", o investigador explica que foram identificadas "potenciais proteínas antivirais que poderão vir a ser incluídas no desenvolvimento de vacinas/antiretrovirais contra o HIV". O estudo, a ser publicado na edição de Julho do "Journal of Immunology", debruça-se sobre a capacidade imuno-reguladora que os linfócitos T4 (glóbulos brancos) têm em suprimir infecção por HIV em macrófagos. André Raposo explica: "Acreditamos que os macrófagos são as primeiras células do sistema imunitário a serem infectadas pelo vírus. No entanto, este não induz a morte destas células, residindo dentro delas durante largos períodos de tempo". E é durante esse tempo que os macrófagos transmitem o vírus a outras células, nomeadamente aos linfócitos T, que acabam por não resistir ao vírus e morrem, levando à AIDS. Nas experiências em laboratório, André Raposo descobriu que os linfócitos T, antes de serem infectados pelo HIV, "segregam proteínas de grande massa molecular para o meio extracelular, que uma vez em captadas pelos macrófagos induzem a diminuição dos níveis de receptores CD4 (nos macrófagos), essenciais para o vírus entrar nas células". Sem estas moléculas "não se estabelece infecção". Usando novas técnicas de isolamento e enriquecimento de proteínas a equipe de investigadores, em colaboração com o Centro de Espectrometria de Massa da Universidade de Oxford, conseguiu identificar as proteínas segregadas pelos linfócitos T que induzem a diminuição dos níveis de moléculas CD4 nos macrófagos. "As proteínas identificadas não só induzem essa diminuição mas também alteram o fenótipo destas células tornando-as menos susceptíveis de serem infectadas". O trabalho descreve também os mecanismos moleculares que levam a diminuição dos níveis de CD4, e estes envolvem a atividade da proteína quinase C e do factor de transcrição NF-kB, para além das organelas especializadas na degradação de proteínas chamados os proteasomes. Embora possa abrir portas para o desenvolvimento de novos tratamentos, "uma cura efetiva para a infecção por HIV ainda está longe de ser encontrada", diz o investigador. Contudo, "são estes pequenos passos que fazem grandes descobertas e as contribuições da ciência básica em laboratórios são essenciais para o desenvolvimento de vacinas efetivas contra o HIV". Artigo: "Protein Kinase C and NF-KB-dependent CD4 downregulation in macrophages induced by T cell-derived soluble factors: consequences for HIV-1 infection". Aatualmente trabalha como Postdoctoral Scholar na Universidade da Califórnia em São Francisco (EUA), na Divisão de Medicina Experimental no Hospital General de São Francisco, o investigador português começou o seu percurso em Coimbra. Licenciou-se em Bioquímica na Universidade de Coimbra. Como parte da licenciatura, no estágio científico, desenvolveu um projeto de investigação em virologia em Montpellier (França) no Instituto de Genética Molecular. Fez, depois, parte do programa doutoral do GABBA no Porto (2005) e escolheu o laboratório de imunologia retroviral do HIV na Universidade de Oxford (Reino Unido) para desenvolver o projeto de doutorado, do qual saiu este estudo. No fim do doutorado, escolheu, São Francisco (laboratório do Professor Doutor Douglas Nixon) para para desenvolver um projeto como postdoc. "Esta cidade é um excelente local para se viver; há bastante sol (ao contrário de Inglaterra) e a investigação na área do HIV é das melhores a nível internacional". O cientista pretende continuar por São Francisco uns quatro ou cinco anos.
LINK:http://biologias.com/noticias/978/Investigador-portugues-identifica-proteinas-que-podem-combater-o-HIV

COMENTÁRIO: É capaz de que uma cura para essa doença já até tivesse sido inventada nesse momento, mas porém até aonde é interessante para pessoas dessa área criar uma cura permanente para uma doença? Para certas doenças não é muito mais valioso que ganhem seu dinheiro vendendo remédios caros e que não curem completamente?

Brasil detém a maior área de florestas tropicais do planeta

Brasília – Seguindo a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), que declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas, o Brasil prepara uma série de atividades para este ano. O país é detentor da maior área de florestas tropicais do planeta e o segundo em extensão de florestas, perdendo só para a Rússia, onde predominam as florestas temperadas. De acordo com o diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus Medeiros, as atividades de divulgação, do Brasil, referentes ao Ano Internacional de Florestas, vão ressaltar a importância da proteção e envolvimento do homem com as florestas. “Quando se fala em maior área de florestas tropicais, isso significa e faz uma diferença grande em termos de biodiversidade, diferentemente de quando se fala de florestas temperadas. Porque a biodiversidade é significativamente maior do que nas florestas temperadas”, observou Medeiros. Para o diretor, essa característica faz com que o Brasil assuma um papel de destaque no que diz respeito a uma política nacional e no sentido de chamar a atenção para a relação do homem com a floresta. “A ideia é realmente aproveitar o Ano Internacional como uma forma de difundir a importância da preservação, como algo essencial para garantir a qualidade e o desenvolvimento das comunidades humanas e integrar um pouco mais o homem com a floresta.” Ele lembrou ainda da importância da relação dos biomas florestais com o clima global. “No momento em que o planeta inteiro sofre não só uma crise de biodiversidade, mas, agora, de forma até mais emblemática e séria, esses efeitos das mudanças climáticas e a vinculação estreita das florestas com a regulação do clima do planeta, essa indicação do Ano Internacional de 2011 é importante para auxiliar neste movimento”, afirmou. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) instituiu como tema do Dia Mundial do Meio Ambiente, que se comemora amanhã (5) o slogan Florestas: a Natureza a seu Serviço. E a Índia foi escolhida como anfitriã das comemorações. Segundo o Pnuma, o tema “ressalta a relação intrínseca entre qualidade de vida e saúde dos ecossistemas florestais e, abrange, também, o Ano Internacional das Florestas da ONU”. O dia 5 de junho foi recomendado como a data comemorativa do meio ambiente pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. No Brasil, foi implantada em 1982, como parte do calendário de atividades de conscientização ambiental, a Semana Nacional do Meio Ambiente No mundo, ambientalistas, cientistas, pesquisadores e a sociedade civil fazem mobilizações, realizam paradas, concertos, campanhas, divulgam estudos com o objetivo de chamar a atenção de seus governantes sobre os problemas causados pelo aquecimento do planeta e as necessidades de implantação de políticas públicas com o objetivo de preservar o meio ambiente. Com o tempo, surgiu a necessidade de ampliar as celebrações com a criação da Semana Mundial do Meio Ambiente. Os cientistas destacam a importância da realização de estudos sobre a interferência do homem na natureza e suas influências para o planeta Terra. Segundo o coordenador-geral das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Oití Berbert, a situação do planeta tende a se agravar com o aumento da população, que deve chegar a 11,2 bilhões de habitantes até o final do século. “As novas tecnologias que têm surgido rapidamente têm ajudado a entender, primeiro, o planeta Terra. Em segundo lugar, a entender os fenômenos que acontecem na Terra. Há questão de 50 anos, não era possível, por exemplo, se prever uma erupção vulcânica. Hoje, já conseguimos prever com segurança. Ainda não se pode prever um terremoto, mas a ciência está desenvolvendo uma metodologia que, um dia, vai permitir a previsão de terremotos”, observa. Berbert afirma que manter um ambiente com qualidade e saudável é dever de todos: governantes, empresários, pesquisadores, cientistas e cidadãos. “A ciência está ajudando na resolução de problemas, como deslizamentos de encostas e no planejamento territorial urbano. Está resolvendo problemas, também, de despoluição de águas superficiais e vai desenvolver soluções para despoluição eventual da água subterrânea, que vai ser uma das principais, senão a principal, fonte de abastecimento humano no futuro”.
LINK:http://biologias.com/noticias/966/Brasil-detem-a-maior-area-de-florestas-tropicais-do-planeta

COMENTÁRIO: Embora o Brasil tenha a maior área de florestas tropicais do planeta não significa que não haja desmatamento excessivo na região, pelo contrário, existe uma quantidade enorme de desmatamento no Brasil e não para de aumentar.

Cada vez mais perto da energia alternativa das bactérias

olução permite "transformar" resíduos em electricidade A ciência está mais próxima de conseguir criar geradores de energia eléctrica a partir de bactérias, pois, pela primeira vez, foi demonstrado como os micróbios conseguem descarregar pequenas correntes eléctricas através das suas estruturas. Esta descoberta, de acordo com um estudo publicado no “Proceedings of the National Academy of Science”, abre portas para aparelhos bioeléctricos, em que biliões de bactérias são ligadas a eléctrodos que recolhem a sua energia. Como alguns organismos se alimentam de poluentes, também há a possibilidade de as bactérias serem usadas para converter lixo industrial, radioactivo e esgotos em electricidade. "Seria uma fonte de energia alternativa assim como a eólica e a solar", disse Tom Clarke, líder desta investigação realizada na Universidade de East Anglia, na Inglaterra, acrescentando que a principal vantagem desta opção é que as bactérias fornecem energia constantemente, sem depender do vento ou da luz do sol. Além disso, estes organismos produzem electricidade ao mesmo tempo que degradam resíduos, pelo que, a partir daí, seria possível construir fábricas que descartassem o lixo produzido, enquanto simultaneamente geravam a própria energia de que necessitam. Neste estudo, foi mostrada, pela primeira vez, a estrutura molecular dos “fios” que as bactérias usam para descarregar electricidade. “Queremos usar este conhecimento para conectar os micróbios a eléctrodos mais eficazmente”, revelou Clarke. Actualmente, a quantidade de energia gerada por estes organismos é ainda muito baixa. Contudo, se esta técnica for aproveitada, será “possível usá-la em rios para gerar electricidade. Em grandes centros urbanos, a maioria dos rios tem poluição e ‘comida’ suficientes para as bactérias”, reforçou o investigador.
LINK:http://biologias.com/noticias/958/Cada-vez-mais-perto-da-energia-alternativa-das-bacterias

COMENTÁRIO: Se os cientistas realmente conseguirem fazer energia de bactérias provavelmente será uma das maiores descobertas da humanidade, não só evitando poluição causada por outros meios de conseguir energia mas também podendo até diminuir a poluição existente.